Whisky

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sábado, 19 de julho de 2014

Desvendando Nº 7: Passport Scotch

Fui conferir in loco a notícia do post de 30/06/14 sobre as novas embalagens de whisky que foram lançadas no mercado. As mudanças estão ocorrendo, mas ainda são poucas as marcas que entraram nesta onda. As garrafas que encontrei até agora foram Red Label 500ml, White Horse 500ml, Black & White 375ml e Passport Scotch 670ml. E é sobre esta última que iremos falar hoje.

Sempre torci o nariz para este whisky. Os whiskies brasileiros sempre tiveram a fama de ser um cachação disfarçado. Experimentei alguns quando mais jovem e posso dizer que a experiência não foi muito boa. Claro que naquela época a abordagem era outra e ainda tenho a intenção de estudar melhor a produção nacional. Mas quem disse que Passport é brasileiro? Até hoje, mesmo em lojas especializadas em whisky, vejo rotularem o Passport como sendo brasileiro e muitas pessoas também acreditam nisso. Talvez também por seu preço ser parecido com os produtos brasileiros.

Pois este whisky é um autêntico scotch, totalmente produzido e envelhecido na Escócia. E engarrafado no Brasil. A marca Passport foi desenvolvida pela empresa Seagram e adquirida pela Pernod Ricard em 2002. Seus maiores mercados são os EUA, a Coréia do Sul, a Espanha e o Brasil, já que o sabor frutado é apropriado para fazer coquetéis servidos com gelo. Suas vendas nestes locais fazem dele uma das 20 maiores marcas de whisky. Embalado em garrafa verde, retangular e retrô, Passport é um whisky escocês único, inspirado pela revolução da década de 1960 na Grã-Bretanha, com personalidade jovem e vibrante. Maltes distintos, entre eles o Glenlivet, são encontrados no blend.

A HISTÓRIA
Passport nasceu em berço de ouro. Mais precisamente em Speyside, região no nordeste da Escócia com a maior concentração de destilarias do mundo. Foi lá que, em 1957, a Chivas Brothers resolveu fundar a destilaria Glen Keith, que logo se tornou uma das referências em single malt da região. O sítio, que abrigava um antigo moinho do século XVIII, era o lugar perfeito para produzir o malte que deu origem ao inconfundível sabor de Passport Scotch.

A destilaria Glen Keith faz parte do complexo de Strathisla, o mais antigo do país. Os edifícios de Strathisla abrigavam a fiação de linho da região e foram convertidos em destilaria no ano de 1786, operando inicialmente com o nome de Milltown. Entre suas belas construções está também um antigo moinho de água. Passport é um blended whisky produzido e envelhecido nesta destilaria e engarrafado no Brasil. É uma bebida jovem e com a qualidade e sabor de um genuíno whisky escocês.


A REVOLUÇÃO
Na década de 60, uma revolução cultural tomou de assalto o Reino Unido e o mundo. Dos Beatles à conquista da Lua, um século todo foi definido em uma década. Criado em 1965, Passport absorveu toda a essência dessa nova era e a traduziu em uma bebida surpreendente. O espírito leve e aventureiro idealizado por seus criadores estava presente em todos os detalhes. Foi por isso que a icônica garrafa verde quebrou todas as regras e fez sua história, que continua intacta até hoje.
O CONTEÚDO
Um casamento dos melhores. Cada garrafa de Passport contém o famoso single malt Glen Keith escocês, um tentador aroma de nozes, sabor de frutas, com toques de damascos e pêssegos. Suave, leve e cremoso, Passport faz com que cada gole se torne uma experiência única de sabor.

A ESSÊNCIA
Toda a energia de Passport é traduzida em uma vibrante e imponente garrafa verde, que não por acaso estampa orgulhosamente cinco brasões. Um dos clãs mais tradicionais da Escócia, a família William Longmore tinha o desejo de desenhar da forma mais nobre possível sua expertise em produzir whiskies. Símbolo de aventura e heroísmo, o brasão foi escolhido para representar as virtudes e o legado da família em cinco versões diferentes. Cada um com um valor, uma qualidade e um símbolo.


AVENTURA
No topo da embalagem, o cervo indica diligência e aventura. Temido na natureza e respeitado por seus adversários, este animal traduz o lado aventureiro de Passport.



QUALIDADE
A foice, a destilaria e o barril são as ferramentas de trabalho que, juntas, garantem a qualidade de Passport.


ESPÍRITO LIVRE

O corajoso falcão peregrino, mestre dos céus e do seu próprio destino, descobrindo territórios inexplorados. Este animal captura o espírito livre de Passport, diferente de todas as outras.


RESILIÊNCIA AO TEMPO
As espadas cruzadas indicam a resiliência de um whisky produzido com incansável dedicação à excelência.



FORÇA
O unicórnio escocês é símbolo de força e pureza. A cruz de St. Andrew representa a pátria de Passport.

PASSPORT CRESCE A FAMÍLIA
Depois de inovar com a garrafa de 670 ml, Passport Scotch dá mais um passo e lança sua versão em miniatura de 250ml. A novidade visa ampliar a acessibilidade do whisky para os consumidores e permitir sua “premiumização” - termo utilizado para a elevação de categoria de consumo.
"Pensamos na praticidade, mas também em algo que tivesse qualidade com preço mais em conta. Justamente para que os nossos consumidores não precisem desembolsar muito", comenta Patrícia Cardoso, Gerente de Grupo de bebidas standard da Pernod Ricard Brasil. A área está sempre em constante movimento para agradar os fãs e aumentar seu portfólio de produtos - tanto que a versão de 670 ml veio desse estudo.

Já a decisão pela petaca, nome utilizado para as garrafinhas, tem como base a mudança observada no canal varejista de um consumidor que visa mais conveniência. Além disso, a embalagem é fácil de ser transportada e pode ser usada ainda em eventos, onde a garrafa de vidro não é permitida.

O que pude perceber:
Aroma: leve, suave, fumaça. Quando se adiciona água, seus aromas ficam camuflados. Não é um whisky para ser bebido com água. Adicione qualquer outra coisa. Quando experimentei após adicionar uma pedra de gelo, os aromas foram mantidos, ficando até mais fresco.
Sabor: suave, não agride, doce. Com água, fica...aguado. Com gelo, fica fresco, mais frutado e fica ainda mais suave.


É um whisky moderadamente encorpado e que me surpreendeu. Sempre imaginei que fosse um daqueles whiskies fortes, carregados de álcool. O álcool nem mesmo prevalece. É um whisky que na sua própria idealização, e para o mercado a que se destina, foi concebido para fazer parte em coquetéis. Em minha opinião, falta-lhe personalidade, complexidade, caráter. Personalidade que ele irá adquirir da bebida que for adicionada para fazer alguma mistura. É honesto para seu preço. Paguei os R$ 29,90 da reportagem pela garrafa de 670ml.

Público feminino: às vezes comento aqui que tal whisky é ideal para o público feminino. A intenção é dizer que se trata de um whisky suave, não amargo, doce, já que a maioria das mulheres se identificam com bebidas que possuem estas características. Mas isto não implica dizer que não existam mulheres que apreciem algo mais forte. E há um grande número de mulheres apreciadoras de whisky e, principalmente, os mais fortes. Então, não se sintam menosprezadas, falo sempre no geral. E no geral, este é um whisky que agrada ao público feminino.  



Passport

Blend Teor Alc 40%


Sabor frutado e final cremoso e delicioso. Pode ser servido puro ou misturado com gelo. Moderadamente encorpado, com final macio e suave.

Saúde.













Fontes: passportscotch.com.br, o livro do whisky

65 comentários:

  1. Dos do Cabo de Sto Agostinho, prefiro o Bell's. Mas acho que são batizados. O local é bem suspeito. O Bell's diz que é Cereser (Jundiaí) mas há uma filial da Cereser no Cabo de Sto Agostinho onde todos os Bell's são engarrafados. Suspeita de batismo.

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    1. Bom dia Marman. Bell's e Passport fazem parte da grande empresa de bebidas Diageo e realmente são engarrafados em Cabo de Santo Agostinho. Assim como estes dois, também o Teacher's é engarrafado no Brasil. Isto é feito para reduzir os custos dos impostos e oferecer a bebida com preços competitivos. Mas acredito que, como os escoceses são muito criteriosos com a qualidade de sua bebida, uma vez que é um símbolo reconhecido mundialmente, haja um controle rigoroso na hora do engarrafamento, mesmo aqui no Brasil. Um abraço.

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    2. Definitivamente não entendi o que o Sr.Marman Lopes quis dizer com "local bem suspeito". Certamente ele não conhece o complexo industrial de Suape, um dos mais importantes do país junto com seu porto que, pela posição estratégica com relação à Europa, atrai uma infinidade de indústrias para a região Nordeste. Isso se reflete na opção feita pelas indústrias de bebidas que, como a Diageo e a Pernod Ricard, escolheram a região para instalarem suas fábricas. Supor que estas empresas adulteraria seus produtos pondo em riscos a credibilidade de suas marcas, mundialmente famosas, pelo fato de estarem instaladas em um "local suspeito" é, no mínimo infantil.

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    3. Ricardo Monteiro, como já havia dito, os escoceses são muito criteriosos quanto ao seu produto nacional. Há muitas leis e normas que são seguidas à risca, inclusive com a supervisão das próprias destilarias concorrentes que, ao menor deslize por parte de outras destilarias, não hesitam em denunciar à Sociedade. Por mais que o engarrafamento de certos whiskies seja feito aqui no Brasil, por razões tributárias, é certo que esta fiscalização rigorosa é feita da mesma maneira. Um abraço.

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  2. Michel, bom dia.
    Gostei de sua iniciativa de comentar Whiskys engarrafados no Brasil, pois tende a eliminar injustiças e discriminações da parte de algumas pessoas.
    No entando gostaria que me tirasse uma dúvida, a importação destes whiskys a granel é feita com o líquido pronto para engarrafamento, ou ele vem como retirado do barril e aqui é efetuada a diluição com água para atingir o 40% de teor alcólico?
    Pergunto também o que significa "cortado", que vem escrito no rótulo traseiro destes whiskys (P. Ex.: no Theacher's consta, Cortado e engarrafado por Pernot Ricard Brasil...)
    Um abraço.
    Gláubio Leite

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    1. Boa noite Gláubio. O whisky vem no barril. Quando chega aqui, é acrescentado água para redução e então engarrafado.Tudo sob supervisão do produtor. Cortado, no Brasil, é sinônimo de elaborado. Significa o processo de redução para o engarrafamento. Diferente do cortado na Escócia, que significa a separação da "cabeça" e da "cauda" no processo de destilação. Um abraço.

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  3. Michel, bom dia.
    Se tanto o Bell's como o Passport são DIAGEO, qual o motivo de o Bell's ser mais caro?
    Você escreve "acredito" que não haja batismo. Pois eu acredito que há. Sem provas.

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    1. Bom dia Marman. O motivo para a diferença de preços entre os whiskies, além do posicionamento que o produtor queira que ele se estabeleça, no caso dos blendeds, é a composição dos maltes. O Bell's é composto por maltes mais caros e raros do que o Passport, além de uma porcentagem maior de whiskies de malte do que grãos. Um abraço.

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  4. Olá, muito legal, procurei videos de degustadores, no youtube sobre o passport e nao encontrei... parabens pelo topico!
    O passport era bem mais conhecido na minha regiao antigamente, hoje perdeu espaço para o red label
    Eu gostaria de uma avaliacao sua, frente ao passport VS red label

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    1. Boa noite Techio. Em breve sairá uma avaliação do Red Label, mas já adianto que são whiskies com características diferentes, já que o Passport é mais frutado e floral e o Red pende para o lado dos defumados. Aguarde. Um abraço.

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    2. Legal! Apesar de suas características diferentes, também gostaria de ver este comparativo. Antigamente (década de 80 e meados da de 90) o Passport imperava. Creio que pelas questões de impostos que deixavam os preços demasiadamente caros para outros produtos como os JW.
      Gostaria de ter uma noção sobre os fatores positivos e negativos entre ambos.
      Entendo como um Whisky de entrada um Red Label. Gostaria de saber se posso equiparar o Passport ao Red ou se o Passport está em um nível muito abaixo.
      Considerando uma escala de 0 a 10 e tendo o Red Label no meio (5) só para poder comparar, aonde o Passport se encontraria?

      Muito obrigado!

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    3. Boa noite Robson Magalhães Alves, realmente a questão dos impostos pesava bastante, o que o Passport conseguiu driblar um pouco engarrafando seu produto aqui no Brasil. Quanto ao comparativo com o Red Label, vamos lá:
      Apesar de serem da mesma categoria, whiskies standard, possuem características bem distintas. O Passport é mais suave, leve e frutado, enquanto o Red é mais pesado, forte e defumado. Ambos foram feitos para serem misturados ou bebidos com bastante gelo. porém, neste quesito, acho que o Red se sai melhor, por ser um whisky de sabor marcante. O gelo não afetará o sabor, enquanto o Passport fica aguado. Puro, prefiro o Passport. Quanto ao preço, ponto para o Passport. A questão da escala, vai muito do gosto pessoal, se a pessoa prefere os frutados e florais ou os defumados. No meu caso, prefiro os whiskies com um pouco de defumado, não muito. Então, nesta escala de 0 a 10 com o Red como 5 acho que o Passport seria um 3. NMHO.

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  5. Meus agradecimentos. Sou um defensor solitário deste whisky. Consumo com gelo mesmo e me delicio com o sabor levemente frutado, suave ao paladar. Costumo dizer aos amigos que vale muito mais que o preço cobrado. Para minha felicidade, cabe no orçamento e me permite uma bebida de qualidade. Parabéns pela matéria e saúde!

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    1. Alexandrey Melo, alguns whiskies são desprezados sem nem ao menos serem provados. Puro preconceito. É o caso do Passport, Teacher's e White Horse, todos com um preço excelente no mercado e um ótimo custo-benefício. Um abraço.

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    2. Sou fanático por whiskies desde garoto. Seja Golf, Blue ou Black. O Red nao suporto, prefiro o Passport em comparaçao à ele. Abraços.

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    3. Jaime Rufino de Lima, entre os dois, sem dúvida o Passport. Um abraço.

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  7. O passport é um wisk suave e saboroso, acrescentando apenas gelo, a bebida fica com sabor agradável. Além do preço ser bom. Boa! !

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    1. É isso mesmo Leandro leão. Ótimo custo x benefício nestes tempos de crise.

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  8. Eu tenho um livro por nome "O Livro do Whisky" onde ele faz citações sobre o Passport. É um excelente whisky e acreditem ou não, nesse livro o Johnnie Walker Red Label nem é citado. É um scotch genuíno, com Glenlivet em sua composição. Gosto dele puro e adiciono apenas um pouco de água para sentir outros sabores. Vale muito à pena, sim. E não é, nem de longe, brasileiro.

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    1. Maurino Júnior, dá para perceber que você é apreciador de um legítimo Scotch, como o Passport. Apesar de ter vários apreciadores, ele é um tanto quanto discriminado aqui no Brasil. Uma pena, pois seu custo benefício é interessante.

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  9. Estava com uma garrafa de Passport aqui, que ganhei de presente. Estava esquecido num canto, esperando oportunidade para me livrar dele, dando de presente, hehehe. Pura discriminação. após ler essa postagem corri pra abrir a garrafa e experimentar. Surpreso aqui, rzsss. ainda hoje vai passear num baile havaiano...

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  10. Pois é Davi paulo leandro, às vezes deixamos de apreciar algo simplesmente por puro preconceito. Agora é aproveitar. Abraço.

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    1. Junior Santana, o Passport tem muitos adeptos. Um abraço.

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  13. Comprei um Passport para o Reveillon , fiquei surpreso com o sabor suave e doce , resolvi pesquisar , parabéns pela matéria esclarecedora !!

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    1. Obrigado Adrianolucio Azevedo. Realmente o Passport surpreende. Continue acompanhando o blog. Um abraço.

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  14. Michel, li sua matéria e resolvi arriscar, comprei um passport. Vejo que realmente queremos ser enganados, nao é culpa sua, achar que um whisky "supostamente escocês", pelo valor de R40,00 reais, seja "bonzinho", é realmente se enganar. O negocio é puro álcool, queima na boca, nao tem gosto nem bouquet, ate aqueles falsificadoes enganam melhor. Mesmo assim resolvi arriscar com gelo de agua de coco, desceu, mas hoje o mal estar é de matar. OU SEJA, NÃO SE ENGANEM, NÃO VALE A PENA!!!

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    1. O Passport não engana ninguém. É honesto pelo preço que pedem. Conforme afirmei, ele irá adquirir o caráter do que for misturado a ele. Caso contrário, não dá para se esperar que seja um bom whisky. Mas com certeza é um autêntico Scotch.

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    3. Sou leigo em matéria de uisque ... Comprei o Passport após ler a matéria nesse Blog.
      Bebi com gelo. Nao deixou resíduo de álcool na boca e muito menos mal estar.
      Fui dormir sem dor de cabeça nenhuma ... E quanta a ressaca ?!! Nem pensar !!!

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    4. Realmente o Passport é um whisky bem leve. Se bebido com moderação, não irá deixar ressaca nem dor de cabeça. Um abraço.

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    5. Discordo veeminentimente seu conhecimento de whiser melhor surdo e analfabeto !

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    6. Boa noite Gant. Primeiramente gostaria de dizer que não entendi muito bem o que você quis dizer. Acho que deve ser mensagem de celular e ela saiu truncada. Vamos por partes então para tentar desvendar a frase: você diz que discorda VEEMENTEMENTE (acho que é assim que se escreve)do meu conhecimento em... Aí não consegui entender. Vou tomar como verdadeiro que você discorda de minha opinião sobre o whisky. Bom, eu pediria que você colocasse com o que exatamente você discorda para mantermos um debate, esclarecer quais os pontos que você acha diferente, lembrando sempre que cada um tem um paladar e gostos diferentes e a minha preferência pode não ser a preferência de outra pessoa. A segunda parte da frase vou me abster de comentar pois confesso que não entendi a intenção ou mesmo o contexto dela. Aguardo por um parágrafo melhor estruturado, caso contrário a última palavra é a que fica valendo. Um abraço.

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  15. Michel tudo bem gostei da sua pagina sobre whisky tambem sou fa e adoro a bebida. é uma pena que com o dollar alto esta ficando cada vez mais dificil comprar aqui no Brasil bebidas boas não é. Estou olhando suas opiniões sobre os standart mais simples, e vi agora na internet ul tal nacional de gran par ja ouviu falar ou bebeu será que presta, esta no nivel do passaport ou bells ? Obrigado

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  16. Bom dia Vitor Livre. Já ouvi falar sim do Gran Par. Quando foi lançado ele aproveitou bem a carona do Grand Old Parr, decido a semelhança dos nomes. Nunca provei. Mas a julgar pela sua composição que, como todo whisky brasileiro, deve conter cana de açúcar, essa combinação não me agrada muito não. Espero que continue acompanhando o blog. Abraço.

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  17. Eu gostei e muito. Como proletário que sou, não posso pagar por um whisky caro, top de linha. Comecei a me encantar pelo Passport ao ver antigas propagandas com o Raul Cortez no youtube, achei elegante, fiquei pensando que nos anos 1980's era o que tínhamos de bom no mercado brasileiro. Enfim, gostei. Pretendo experimentar outros mais elaborados como Red Label ou Jack Daniels, mas por hora devo dizer que o Passport atendeu bem às minhas expectativas.

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    1. Dednerso da Capitinga, existem muitos saudosos como você que ainda apreciam muito o Passport. Continue acompanhando. Um abraço.

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  18. Michel gostaria de saber se o whisky passaport deixado em congelador, empedra?

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    1. Boa noite. Uma vez que o whisky é constituído basicamente de água e uma quantidade de 40% de álcool, no caso do Passport, então ele irá empedrar sim. Um abraço.

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  19. ´Não empedra, isso posso afirmar pois gosto deste whisky gelado e deixo dias no freezer. Pura discriminação que este produto sofre, bebo com muito prazer e adoro o sabor. Red Label tem suas vantagens mas, não o aprecio como este.
    Não se pode é compará-lo com outros mais caros e conceituados com old parr , black ou os demais 12 anos em diante.

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    1. Excelente colocação. Os whiskies devem ser avaliados cada um em sua categoria. Um abraço e continue acompanhando.

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  20. Eu sou um apaixonado por Jack e Black label.....porem, passaport tenho comprado algumas vezes....dos ''mais em conta'' é uma bebida muito interessante, vale apena.

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    1. Gosto também do Black, nem tanto do Jack. O Passport realmente tem um excelente preço e não faz feio se comparado com outros de sua categoria. Um abraço e continue acompanhando.

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  21. Bela matéria Michel! Eu fui atrás do Teacher's que eu considero um dos melhores custo-benefício e não achei ele. Aí resolvi trazer esse Passport que eu não conhecia. Me surpeendi, muito bom! Parecido com o Techer's porém achei mais adocicado, me tornei adepto dele agora!

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    1. Rickmaster, o caminho é este. Experimentando, vamos descobrindo o que agrada ao nosso paladar. O Passport tem o mesmo custoxbenefício do Teacher's. A diferença é que o Teacher's entrega um sabor mais esfumaçado que o Passport, o que o faz parecer um pouco mais forte do que realmente é. Continue acompanhando. Um abraço.

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  22. Boa noite amigo.
    Pela primeira vez comprei o Passport só por ter um preço mais barato com uma embalagem reduzida pois eu estava sozinho e queria uma bebida para acompanhar uma tarde de churrasco. Encontrei no mercado aquelas apelidadas de "garrafinhas", mas acabei surpreendido pelo sabor, realmente leve e a presença do álcool não é exagerada. Hoje resolvi comprar a embalagem maior, e pesquisando sobre a qualidade dele acabei encontrando seu blog, por sinal, gostei muito dos seus comentários. Acreditando na credibilidade das suas sugestões, gostaria que respondesse a uma pergunta: Seria pertinente adicionar energético ao Passport? Ou é contra e não indica essa mistura? Aguardo resposta e agradeço desde já.

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    1. Boa tarde Jonatas. Que bom que encontrou o blog para tirar algumas de suas dúvidas e tenha gostado do conteúdo. Espero que continue acompanhando e sinta-se à vontade para escrever sempre que quiser. Quanto à adição de energético no whisky é um assunto que sempre dá polêmica. Eu parto da seguinte premissa: beba o whisky da maneira que você achar que deve. Só você pode determinar o que lhe agrada ao paladar. O Passport é um whisky que é concebido para a realização de drinks, então, é sim pertinente adicionar energético. Nele e em qualquer whisky standard. Já não aconselharia fazê-lo em whiskies mais envelhecidos e principalmente nos single malts, onde o que buscamos é justamente saborear a plenitude de seus aromas e sabores. Espero ter ajudado. Um abraço.

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  23. Boa tarde! Primeiramente, sigo o seu blog há algum tempo, e fico impressionado com sua expertise! Comecei a colecionar whiskies há pouco tempo, mas seguindo suas avaliações só tenho acertado nas escolhas! Muito obrigado! Mestre, gostaria de sua opinião sincera: dentre os whiskies mais baratos disponíveis no mercado brasileiro, há algum que se destaca? Por exemplo, entre Passaport, Bell´s e Teachers, qual você escolheria, levando em consideração a suavidade? Obrigado!

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    1. Obrigado pelas palavras Bruno. Que bom que o blog está ajudando em suas escolhas. Bruno, dentre as marcas mais baratas no mercado brasileiro, na categoria standard, posso citar o White Horse, Grant's e Famous Grouse, que são os whiskies que possuem uma qualidade um pouco melhor. Dentre os que você citou, ficaria, nessa ordem: Teacher's, Passport e Bell's, sendo que o Passport é o mais suave dos três e o Bell's não me agradou muito. Considere, só para ficar nos baratinhos e suaves, o Ballantine's 12 anos. Não é muito mais caro que estes standards mas a qualidade é bem superior. Um abraço.

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    2. Eu é que agradeço sua atenção! Apesar de amar bourbons, o preço dos mesmos não me permite degustá-los com frequência...de qualquer maneira, hoje achei o J&B (o qual gosto muito) numa promoção do Extra por cerca de R$ 80,00, e comprei algumas garrafas. Minha curiosidade se deu em razão de nunca ter experimentado aqueles que mencionei no post inicial. Ah, outra coisa: aqui onde moro, em Belo Horizonte, tenho reparado que os preços de whiskies estão substancialmente mais altos que em outras cidades. É confiável comprar pela internet? Pergunto pois não tenho afinidade com comércio eletrônico, e alguns preços são bons demais para serem verdade...Mas mais uma vez, parabéns pelo blog, e muito obrigado pela consultoria! Felicidades.

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    3. Bruno, o J&B é um bom whisky standard na categoria "suave" que você mencionou. Além dele, se você encontrar, poderá gostar do Cutty Sark e do Black & White. Os preços dos whiskies variam muito de cidade para cidade, principalmente de estado para estado devido à carga tributária diferenciada. A internet ajuda bastante a baratear os custos na aquisição de whiskies, porém deve-se ter bastante cuidado. Comprar somente de sites confiáveis, como single malt brasil, click bar, bebidas famosas. Mercado Livre é perigoso. Se você é de BH tente o https://www.bebidasbhdelivery.com.br/whisky. Está com preços razoáveis. Um abraço.

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  24. Michel eu ainda não experimentei nenhum dos 2,mais eu gostaria de saber entre o Drurys e o Teacher qual é o melhor na sua opinião ??? Queria saber também de você se o Drurys é um whisky realmente de fato ou é conhaque ??? um abraço Michel Hansen...

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  25. Hugo Leonardo, Teacher's sem dúvida. Mas não só porque ele é escocês e o Drurys é brasileiro, mas pelo sabor e qualidade mesmo. O Drurys é sim uísque, mas de acordo com a legislação brasileira. Pela legislação européia, ele não seria considerado whisky. O Brasil admite teor alcoólico menor que 40% (no caso, o Drurys é 38%), o que não é aceito pelo padrão europeu (mínimo de 40%). A legislação brasileira prevê ainda o acréscimo de melaço de cana-de-açúcar. Na europa, somente destilado de grãos. Estas diferenças na legislação brasileira, ao invés de ajudar, prejudica em muito o sabor dos produtos confeccionados por aqui, o que acaba por deixar o nosso whisky com sabor de um cachação. Um abraço.

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  26. Michel Hansen Excelente consultoria em Whisky...

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  27. Prezado Hansen. Parabéns pelo site. Comprei um Passport e realmente vale o preço (R$48,00). Não deu dor de cabeça e nem ressaca e degustei com prazer. Vai ser minha alternativa para a cerveja.

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    1. Obrigado. Preço excelente. O whisky é bem honesto pelo que custa. Continue acompanhando. Um abraço.

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  28. Caro Hansen, eu quero lhe agradecer por compartilhar conosco a tua pesquisa. É muito bom saber que temos no mercado uma bebida com tradição e é vendida aqui no Brasil por um preço justo. É louvável o fato de você nos trazer estas informações. Gratidão e sucesso! Abraços.

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    1. Obrigado pelas palavras Yukari. A intenção é democratizar a informação e fazer com que não só os whiskies de ponta e caros tenham destaque, mas os mais simples e acessíveis também. Afinal, nem todos tem acesso a whiskies renomados, mas dá para ser feliz com um bom scotch ao alcance do bolso. Um abraço.

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