Whisky

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quinta-feira, 28 de junho de 2018

O que é Solera?



O sistema solera está no centro do processo de envelhecimento do xerez. É, simplesmente, um método de misturar continuamente xerez mais jovens com mais antigos para garantir um caráter consistente ao longo dos anos.


Uma solera pode ser considerada como uma fileira de barris. Quando se quer um pouco de xerez, remove-se um pouco do último barril da fileira e, em seguida, recompleta-se com o vinho do barril anterior. Isso, por sua vez, é complementado com o anterior, e assim por diante, até voltar ao primeiro da fila: aquele é complementado com vinho jovem.

A coisa mais importante a se notar sobre as soleras é que elas não são sobre adicionar caráter amadeirado a xerez amadurecendo, elas são sobre deixar o xerez se desenvolver por conta própria, interagindo com o ambiente. Como tal, os barris utilizados são normalmente velhos, uma vez que já não possuem aromas amadeirados para transmitir.

Os barris de solera são usados para amadurecer whisky?

Quando se fala sobre barris de xerez, geralmente supõe-se que tenham sido usados para amadurecer o xerez. No entanto, esse não é o caso, os barris mais utilizados são modelados a partir de barris de transporte, usados para transportar xerez em todo o mundo.


Os barris de Solera são feitos de madeira velha e têm pouca influência de madeira para dar. Eles são muito apreciados pela indústria de xerez, apenas retirados de uma solera quando eles não são mais necessários ou não são mais adequados para amadurecer o vinho. Eles não são comumente usados na indústria de whisky, não só porque são raros, mas porque não são bons para amadurecer whisky, graças ao cansaço deliberadamente projetado do carvalho.


Porém, recentemente a Diageo lançou um novo engarrafamento de Talisker, um whisky de 40 anos, de 1978, que foi amadurecido em barris ex-solera de Delgado Zuleta. A solera em questão é usada para amadurecer Quo Vadis, um amontillado incrível que é excepcionalmente raro encontrá-lo fora da Espanha.

O whisky é um conjunto de cinco barris Quo Vadis. Cada barril tem mais de 100 anos, usado durante a maior parte do tempo para armazenar xerez. Eles são frágeis e foram enviados inteiros para a Escócia, em vez de desmontados, já que remontar barris antigos teria sido quase impossível. Uma vez chegados, foram enchidos com Talisker, mas o whisky só permaneceu nos barris durante alguns meses, eles estavam muito ativos para serem usados por mais tempo.

O que é um barril ativo?

Quando se fala de um barril "ativo" quer dizer que ele teve muita influência sobre o whisky. Normalmente, é a madeira que dá o efeito, mas não é o caso de um barril solera e sim o ocupante anterior do barril. Quando o barril estiver cheio de xerez por mais de cem anos, haverá muito sabor na madeira.

Chamar um antigo barril de “ativo” provoca algumas discussões, mas faz sentido neste caso, há muito sabor do xerez na madeira e é facilmente solúvel em álcool: a receita perfeita para adicionar rapidamente o caráter de xerez ao whisky.

O futuro dos cascos e whiskies de solera

Embora seja raro ver barris de solera usados no momento, há potencial para mais serem usados no futuro. Infelizmente, não por motivos agradáveis.

O xerez não é mais tão popular quanto antes e as soleras estão sendo fechadas, a demanda é baixa e, por fim, não se pode manter as reservas de vinho velho. Uma vez que os barris são esvaziados, eles não são mais necessários em casa, e com uma demanda maior por barris na Escócia, há um destino óbvio.


Eles não serão usados por um longo período de maturação, carvalho inativo e caráter de xerez excessivamente ativo parece uma combinação ruim para o spirit novo, mas acabamentos em xerez carregados já possui demanda e poder ser capaz de colocar “barril de solera” no rótulo elevará o marketing para outro patamar.


Fonte: blog.thewhiskyexchange.com


sábado, 23 de junho de 2018

Desvendando Nº 81: Tullamore Dew 12 Anos



Tullamore, o nome deriva de tulach mhor, que quer dizer “grande colina”, é uma região produtora de cevada na área central da Irlanda, e a cidade já tinha destilarias em 1790. Seus whiskeys estão bem estabelecidos em diversos países da Europa, principalmente na França, Alemanha e Dinamarca.

A destilaria original foi fundada em 1829. No final do século, a empresa passou para a família do seu gerente-geral, Daniel E. Williams. Suas iniciais formavam um acrônimo interessante e o whiskey passou a ser conhecido como Tullamore “DEW”.


A Tullamore foi uma destilaria inovadora, os donos adotaram o destilador contínuo e, nos anos 50, seu whiskey foi o primeiro whiskey irlandês reformulado em blend. Atualmente, os whiskeys Tullamore são destilados na Midleton Distillery, no condado de Cork.

Com relação ao 12 anos, madeira de xerez e whiskey pot still condimentado predominam neste blend de alta classe, projetado para o mercado premium em free shops.


O que pude perceber:
Características: cor dourada, médio corpo.
Aroma: suave, leve, adocicado, frutado. Frutas vermelhas, uvas passas e baunilha. Aroma bastante equilibrado. Com adição de um pouco de água aparecem notas de cereais, baunilha, abacaxi e malte. Evidenciam-se mais as notas provenientes dos barris ex-bourbon. Continua leve, suave e frutado. Esperando abrir mais um pouco, aparecem abacaxi e maçãs.
Paladar: frutado, com ameixas, um pouco apimentado e seco. O adocicado do aroma não se confirma no paladar, sendo mais seco e picante. A finalização é curta para média. Não há álcool tanto no aroma quanto no paladar. Numa segunda prova, evidenciam-se mais as frutas vermelhas e o final apimentado. Com um pouco de água, aparecem mais abacaxi, maçã e baunilha. Fica menos picante, embora as especiarias ainda estejam presentes. É possível ainda perceber no fundo as notas de frutas secas e frutas vermelhas.

Whiskey muito agradável e fácil de beber. Triplamente destilado, fica bem suave e leve. Embora seja finalizado em cascos de sherry oloroso, os cascos de bourbon é que predominam, com o oloroso aparecendo mais em sua finalização. Ideal para ser apreciado puro ou com uma pedra de gelo. Foge um pouco daquela pegada mais acentuada de cereais característica dos whiskeys irlandeses. O que a meu ver é um ponto positivo uma vez que naqueles whiskeys os grãos é que prevalecem. Dos irlandeses que experimentei até agora, este é o melhor recomendado.




Tullamore Dew 12 Anos

Blend Teor Alc: 40%

Este 12 anos lembra um Jameson premium. A preciosa trindade de pot still, sherry e carvalho está bem em evidência.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Johnnie Walker lança nova campanha Keep Walking em todo o mundo



A nova campanha, a mais recente da premiada série "Keep Walking" de Johnnie Walker, celebra o que acontece quando grandes whiskies e grandes pessoas se juntam. 

Baseando-se no fato de que os whiskies Johnnie Walker são criados reunindo alguns dos melhores whiskies dos quatro cantos da Escócia, as regiões de Highland, Island, Speyside e Lowland, a campanha se concentra no porquê de seus whiskies serem a escolha perfeita para reunir pessoas. 

De acordo com a longa filosofia de progresso de Johnnie Walker, Keep Walking apresenta uma série de filmes que fazem você se sentir bem e reconhece que não é apenas sobre para onde você está indo, e sim com quem você anda. 



A nova campanha apresenta pessoas ao redor do mundo desfrutando de excelente whisky e ótima companhia nos momentos mais importantes. 

A campanha multimídia, que será transmitida para todo o mundo através da mídia digital, será apoiada por um investimento multimilionário da Global Travel da Diageo, que inclui destaques em todos os terminais de Heathrow e no aeroporto de Edimburgo. 

A exposição global da Johnnie Walker ocorrerá até setembro de 2018 e também terá nos voos da British Airways seu novo filme sendo executado como entretenimento a bordo. 


A campanha segue o anúncio da Diageo de um investimento de £ 150 milhões ao longo de três anos para transformar seu centro de visitantes no maior programa já visto no setor de turismo de whisky da Escócia, o que inclui também planos para a abertura de uma nova experiência da marca Johnnie Walker em Edimburgo.


Fonte: whiskyintelligence.com

domingo, 17 de junho de 2018

Desvendando Nº 80: Glenfiddich 12 Anos



William Grant decidiu abandonar uma carreira de 16 anos na destilaria Mortlach, em 1886, para trabalhar por conta própria. Com mulher e nove filhos para sustentar e um salário de 100 libras por ano, mais 7 libras como cantor da Igreja Livre de Dufftown, precisou economizar muito até conseguir dinheiro para inaugurar a Glenfiddich.

Apanhou pedras das margens do rio Fiddich e alambiques usados da destilaria vizinha, a Cardhu. Produziu seu primeiro spirit no natal de 1887. Desse começo humilde, a Glenfiddich cresceu e se tornou a maior destilaria de malte do mundo.


Em 1899, a destilaria quase quebrou quando seu maior cliente, a Pattison Brothers, de Leith, faliu. Isso injetou um espírito de independência na empresa. Quando William Grant morreu, em 1923, já produzia os próprios blends, vendidos até em países distantes como a Austrália e o Canadá.

Com o mesmo espírito, a empresa começou a fabricar single malts na década de 1960 e foi pioneira nesse mercado. Em vez de fornecer whisky para blends dos gigantes, os donos decidiram ampliar a disponibilidade de seu produto, como single malt. A indústria, dominada na época pelos blends, considerou a iniciativa ridícula. A noção predominante rezava que os single malts eram por demais intensos, saborosos e complexos para ingleses e outros estrangeiros.


O espírito independente serviu de exemplo, e sem ele poucos concorrentes teriam ousado oferecer single malts ao mercado. Apreciadores do gênero tem uma dívida de gratidão com a Glenfiddich. O pioneirismo lançou as bases para o sucesso da marca, Sua boa sorte foi, sem dúvida, reforçada por ser um dos whiskies mais fáceis de beber, entre os malts.

Para atender à demanda, a Glenfiddich passou por uma grande expansão em 1974, quando 16 alambiques novos foram acrescentados. Os alambiques são pequenos e o whisky costuma ser envelhecido em barris de bourbon, embora cerca de 10% vá para barris de xerez. Hoje, a destilaria tem 29 alambiques e capacidade para produzir 10 milhões de litros de álcool puro por ano. O Glenfiddich 12 anos é o whisky single malt mais vendido do mundo, disponível em mais de 200 países.


O que pude perceber:
Características: cor âmbar, encorpado.
Aroma: frutado, com abacaxi, maçã e pera. Passa uma sensação seca. Seguem aromas de malte, baunilha e caramelo. Frutas secas também apatecem, assim como amêndoas e nozes. Há também um amadeirado bem sutil. Acrescentando um pouco de água abrem-se notas florais. O aroma fica um pouco mais intenso e arredondado. Permanece o frutado natural juntamente com o frutado das frutas secas. O malte agora se faz mais presente. Sente-se um pouco de cereais também.
Paladar: primeiramente amêndoas. Depois vem um frutado característico de maçãs e peras, com um pouco do cítrico do abacaxi. Surgem também um pouco de especiarias para trazer um certa picância. Também se fazem presentes frutas secas, como uvas passas e ameixas. O whisky é bem oleoso ao paladar e a finalização é bastante prolongada, com o frutado e especiarias. Com um pouco de água o que aparece em primeiro lugar agora é o malte, seguido de baunilha, especiarias e só então o frutado. Termina agora de uma forma mais intensa com as especiarias.


Glenfiddich é o termo em gaélico para “vale do cervo”. O 12 anos, é um whisky muito bem recomendado, tanto para iniciantes, que irão gostar muito, quanto para conhecedores mais rodados, que não abrem mão de ter uma garrafa sempre à disposição.

Maturado em cascos de carvalho americano ex-bourbon e carvalho europeu ex-sherry Oloroso, é ao mesmo tempo suave e complexo, sem nenhuma evidência de álcool.

Geralmente é considerado a porta de entrada para os bebedores de single malt. Quase sempre se inicia com Glenfiddich ou com o seu maior rival, o Glenlivet. No entanto, no Brasil a Glenfiddich está levando agora uma grande vantagem. O Glenlivet 12 anos, ao deixar de ser comercializado por aqui, e em seu lugar entrar o Glenlivet Founder's Reserve (que na minha opinião não chega aos pés nem de um nem de outro), fez com que o Glenfiddich reinasse soberano em sua categoria.

Concorrências à parte, é um whisky que não decepciona. Ótimo para o dia a dia, ótimo para ocasiões especiais. Uma bebida versátil.




Glenfiddich 12 Anos

Single Malt: Speyside Teor Alc 40%

Um whisky estilo aperitivo suave, com sabor de malte e gramíneas, além da doçura da baunilha. Bem macio.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Aberlour A'Bunadh Batch 52 vence como whisky do ano na International Whisky Competition 2018



A International Whisky Competition acaba de divulgar seus resultados para o mais respeitado evento de julgamento de degustação às cegas deste ano. O maior reconhecimento, o Whisky of the Year, foi concedido ao Aberlour A'Bunadh Batch 52 (60,5% ABV), que obteve 97,4 pontos, o whisky de maior pontuação da competição.


A 9ª edição do International Whisky Competition aconteceu em Las Vegas durante três dias, de 15 a 17 de maio, e recebeu mais de 160 whiskies diferentes. Um painel de degustação de classe mundial composto por especialistas em whisky, destilados, cerveja e vinho, provou cada whisky individualmente (8 minutos por whisky).

Cada whisky foi avaliado usando um sistema abrangente de escala de 100 pontos desenvolvido por Sebastien Gavillet, Chefe do Painel de Degustação da IWC. Este processo e o fato de apenas três medalhas serem atribuídas em qualquer categoria fazem da International Whisky Competition a competição de whisky mais seguidas e uma das competições mais profissionais do gênero no mundo.

O Whisky of the Year do ano passado foi o Ardbeg Kelpie Committee Exclusive, que marcou 97,3 pontos. A Destilaria Aberlour receberá o Troféu Golden Barrel ganho como o Whisky of the Year durante uma cerimônia a ser realizada neste verão em Aberlour, na Escócia.


Fonte: whiskyintelligence.com


domingo, 10 de junho de 2018

Desvendando Nº 79: Grant's Elementary Oxygen 8 Anos



Grant's Elementary Oxygen 8 Anos é um dos três whiskies da série Elementary, criada para destacar os elementos científicos envolvidos no tradicional processo de fabricação de whisky e para demonstrar a influência que cada elemento científico tem no sabor final da bebida. Cada versão explora o impacto de seu elemento declarado no whisky e sua declaração de idade está relacionada à sua posição na Tabela Periódica dos Elementos.

Oxygen difere dos outros whiskies da série por ser um Blended Grain, não há single malt nesta mistura. O oxigênio, lembrando as aulas de química da escola, é o oitavo elemento, é retirado com cuidado do espírito durante o processo de destilação a vácuo exclusivo de William Grant em sua destilaria de grãos, Girvan. Em um ambiente deficiente em oxigênio, a destilação pode ocorrer a uma temperatura mais baixa, produzindo um perfil de sabor adocicado e crocante. William Grant diz que é o oxigênio, ou a falta dele, que dá a esse whisky de grão sua maciez sedosa.

Oxygen foi amadurecido por pelo menos oito anos em barris de carvalho americano ex-Bourbon, é engarrafado a 40% ABV e vem numa garrafa de 1 litro, 20cl e tubos de ensaio de 5cl. Está atualmente disponível nos aeroportos internacionais nas lojas de varejo de viagem.


O que pude perceber:
Características: palha clara, pouco corpo.
Aroma: aroma de grãos característico, suave, seco, palha, cereais, baunilha, mel. Notas de gramíneas podem ser sentidas. Com um pouco de água evidencia mais os cereais, a baunilha, um pouco de mel e um toque frutado. Surge um cheirinho de terra molhada.
Paladar: doce, cereais, herbal, um toque de coco e uma leve pimenta. Com um pouco de água surge no paladar mel, baunilha, coco e um toque apimentado para finalizar. A finalização é um pouco picante.

É raro encontrar whiskies de grãos, principalmente blends. Geralmente os single grains, apesar de raros também, são mais fáceis de serem encontrados. Este é um blended grain jovem e muito bom. Excepcionalmente cremoso e suave no palato, deixa lentamente algumas especiarias tomarem conta, principalmente na finalização.

A química por trás do whisky diz que a ausência do oxigênio faz com que se possa destilar a uma temperatura menor, 84,5ºC ao invés dos normais 100ºC. Segundo esta teoria, desenvolve-se um espírito doce, suave e ao mesmo tempo crocante.

Tirando a parte científica da coisa e partindo mais para a análise sensorial, é um whisky bem suave, aveludado, doce e prazeroso. Fácil de beber. Não há evidência de álcool tanto no aroma quanto no paladar.

É uma pena que só encontremos este whisky se formos viajar. Se estivesse nas prateleiras das lojas a um preço decente, venderia muito. Se estiver viajando e encontrar esta garrafa no aeroporto, não exite, pegue uma garrafa.




Grant's Elementary Oxygen 8 Anos

Blended Grain: Teor Alc 40%

Fresco, limpo, doçura cremosa de baunilha, toque de coco e pera. Encorpado no paladar, entrega uma baunilha suave e cremosa. No final, a baunilha desaparece e dá lugar a especiarias ligeiramente secas.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Destilaria Macallan renova portfólio para celebrar nova era para a marca



The Macallan, o whisky escocês mais admirado do mundo, revelou um novo visual arrojado em todo o portfólio em comemoração a uma nova e empolgante era para a marca, marcada pela abertura de sua nova destilaria inovadora em Speyside, na Escócia, neste verão. O design renovado da garrafa inspira-se na expressão luxuosa The Macallan Rare Cask, as sugestões de design moderno refletidas na nova destilaria e o feedback do consumidor em torno de tornar as gamas de whisky mais fáceis de identificar. O novo visual refinado também coincide com o portfólio central sendo redefinido em três faixas que refletem simplesmente os tipos de barril usados para amadurecer a bebida, Sherry Oak Cask, Double Cask e Triple Cask Matured.

O novo design do produto inclui:
  • Uma garrafa de ombros largos com um distintivo corte em forma de vírgula que afunila na direção do pescoço
  • Um sistema de código de cores e ícones claros para identificar as diferentes garrafas com base na composição dos barris
  • Colecionabilidade amplificada no núcleo premium, os whiskies mais envelhecidos, aumentando as caixas de madeira para todas as expressões de 25 anos ou mais, usando carvalho retirado dos excepcionais cascos de carvalho da Macallan
  • Expressões com 18 anos ou mais apresentam embalagem nova, com uma garrafa de vidro mais pesada, com ombros mais largos e base maior
  • Um invólucro anti-refil e tecnologia anti-falsificação para garantir que os consumidores estejam protegidos no momento da compra
As novas garrafas já estão disponíveis no mercado americano desde maio de 2018.

Com relação ao portfólio central, este será agora dividido em três faixas distintas, claramente identificadas pelos tipos de barril em cada garrafa:
  • Sherry Oak: uma gama rica e intensa de whiskies de malte amadurecidos em barris de carvalho europeus ex-sherry, de Jerez, na Espanha. O carvalho europeu revela um caráter e estilo intensamente ricos de whisky com sabores complexos de frutas secas e especiarias doces.
  • Double Cask: maturação em carvalho americano ex-sherry e carvalho europeu ex-sherry. As barricas de carvalho europeu oferecem uma gama de aromas e sabores que combina o estilo clássico de Macallan com a inconfundível predominância do carvalho americano. O resultado é um estilo mais acessível mas ao mesmo tempo complexo do Macallan, rico em sabor, com uma sensação de viscosidade.
  • Triple Cask Matured: amadurecido em barris de carvalho americanos ex-sherry, carvalho europeu ex-sherry e barris de carvalho americano ex-bourbon. A gama Macallan Triple Cask Matured oferece um caráter extraordinariamente suave, delicado e complexo.
Em consequência, a linha Fine Oak, lançada em 2004, será renomeada como Triple Cask Matured, uma vez que sempre foi amadurecida em três diferentes tipos de barril.

Com esta remodelagem, fica mais fácil para os consumidores selecionar um whisky certo para cada paladar. Além disso, ao consolidar as principais linhas para Sherry Oak, Double Cask e Triple Cask Matured, a Macallan pode destacar a diversidade única e rica dos estilos de whisky que saem da destilaria e também incentivar os novos fãs e aqueles já existentes a experimentar o Macallan em uma variedade de perfis de sabor adequados para muitas ocasiões diferentes.


Fonte: whiskyintelligence.com