De propriedade da
Chivas Brother’s, “algo especial” é uma afirmação justificável para este blend,
o terceiro whisky mais vendido na américa do sul, especialmente na Venezuela e
Colômbia, com vendas de mais de meio milhão de unidades.
O blend tem origem em
1912, quando foi criado por William Hill, um dos diretores da Hill Thomson
& Co, de Edimburgo. Naquela época, ele foi condecorado com a autorização
real pela Rainha Victoria, o que colocou a empresa Hill Thomson & Co. na
mais alta classe da sociedade britânica, e é claro, resultou em aumento de
vendas e de reconhecimento.
O whisky Something Special é
composto por uma mistura de maltes da área do rio Spey, envelhecidos em barris
de carvalho que anteriormente continham xerez e bourbon, o que proporciona sua
cor dourada brilhante. O componente principal é o prestigiado malte da Longmorn. Em 2006, uma versão 15 anos foi lançada.
Curiosidade:
há uma teoria de que um lapidário de Edimburgo criou a bela
garrafa em forma de diamante.
O que pude perceber:
Olfato:
maltado, picante, seco, leve, com um enfumaçado suave.
Paladar: no início há uma sensação de dormência na boca, porém não é um whisky forte. Há a presença de
cereais e também é um pouco picante. O final é curto e um pouco defumado.
É um whisky que possui
uma coloração clara e não é muito encorpado. Lembra bastante o White Horse, com
a presença do defumado, porém é mais sutil, mais leve. Na minha opinião vale a
pena conhecer mas, entre os dois, por serem semelhantes, o melhor custo-benefício
é o do White Horse. O que mais me chamou a atenção neste whisky, sem dúvidas, foi o desenho da garrafa. Comprei esta versão de 360ml para fazer o review para o
blog. Custou U$ 8,00, o equivalente a R$ 21,00 na época.
Something
Special
Blend Teor Alc 40%
Blend distinto, com
sabores temperados, frutados e secos, além de doçura suave e defumada no
palato.

